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Evidência

Como se mede o que ninguém sabe dizer

Pergunte a alguém quanto esforço uma tela custou e a resposta vai ser um palpite honesto e errado. Ninguém tem acesso ao próprio consumo de atenção. Os sete métodos do primeiro grupo medem o que o corpo fez, sem passar pela opinião. Os sete do segundo perguntam, mas perguntam de um jeito que o palpite fica comparável, com escala calibrada, tempo cronometrado e o que a pessoa lembra sem ajuda.

São dois grupos, e eles servem a coisas diferentes. O primeiro produz a evidência que este site cita, e três dos sete você não vai operar, porque EEG, fMRI e fNIRS pedem laboratório. Os outros quatro cabem num orçamento de produto, e é bom saber a diferença antes de pedir verba. O segundo grupo cabe numa sessão de pesquisa comum, com o que você já tem. Cada método abre em página própria, com o que ele enxerga e o que ele não enxerga.

O que se lê no corpo

7 técnicas que leem a resposta do corpo antes de ela virar opinião. Três delas, EEG, fMRI e fNIRS, pedem laboratório; as outras quatro cabem num orçamento de produto.

7 métodos

O que você consegue medir

7 instrumentos que cabem numa sessão comum e não precisam de laboratório. Não são versões simplificadas dos métodos de laboratório. Cada um mede um conceito que o site explica em outra página.

7 métodos

Antes de citar qualquer um destes

Onde a evidência não alcança

Nenhum destes métodos autoriza uma conclusão sozinho. Três limitações valem para todos, e ignorá-las é a diferença entre usar ciência e usá-la como enfeite.

Onde a evidência não alcança →